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Belinha na Alemanha

Divagações sobre os disparates da vida e sobre essa cultura alemã que já não é totalmente um bicho de sete cabeças

Belinha na Alemanha

Divagações sobre os disparates da vida e sobre essa cultura alemã que já não é totalmente um bicho de sete cabeças

26.Fev.17

Oscars 2017

Hoje é a noite do glamour, tapete vermelho, Oscars polidos e brilhantes. Gente bonita ou mesmo feia a desfilar, muitos vestidos caros, atentados de moda, ideias de última hora, discursos fabulosos, muitas lágrimas entre risos, piadas que não lembram a ninguém, os vencedores com o seu galardão e os perdedores com a sua auto-estima em baixo mas engolem toda essa frustração e poker face que a vida continua, há sempre mais um filme e ninguém tem pachorra para o mau em perder.

 

Eu queria lá estar, não pelas celebridades, não pelas fatiotas ou a pompa da festa, mas pela comida. Essa, seja winner, loser ou simples convidado para encher os lugares no grande átrio, deve ser um consolo para alma, afogar as mágoas ou para celebrar a vitória. A comida completa as nossas falhas, preenche-nos e responde às nossas necessidades do momento. E aquela que vai ali ser servida, deve ser boa para xuxu. Um regalo para os olhos, o estômago bate palmas e a boca saliva. Sim, tenho aqui claramente um problema.

 

E se não fosse pedir demais, só queria também um lugarzinho entre o Leonardo DiCaprio e o Tom Hanks. Na mesma mesa, se já não tiver abusar, a Meryl Streep, Michael Fassbender, Kate Winslet e por favor o Jackie Chan. Muito Agradecida... ah que ricas conversas que iria ali ter, de durar a noite toda, vermos as estrelas juntos e ainda irmos comer um caldozinho verde ali em Santos. Sou uma moça de gostos simples.

 

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 A dor de cotovelo é tramada, confirmo.